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Como funciona a eletroerosão? Saiba tudo sobre isso

Para que as indústrias funcionem perfeitamente, existe um grande esquema metalúrgico agindo nos bastidores. São responsáveis por criar peças e ferramentas, e nesse cenário que entra a eletroerosão.

O processo mais comum de usinagem acontece quando uma peça entra em contato com um equipamento de molde ou corte, e com isso acontece o atrito que, automaticamente, muda a forma.

No caso da eletroerosão isso acontece de maneira diferente. Ao invés de o desgaste acontecer através do atrito, ele ocorre por ondas magnéticas, que quando entram em contato com o material geram um desgaste negativo.

Esse é o processo de eletroerosão que vamos explicar detalhadamente a seguir para que você entenda o papel dessa prática na fabricação de peças e moldes.

Entenda o processo de eletroerosão por penetração

Existem algumas peças que não podem ser moldadas através de máquinas manuais tradicionais como fresadora, torno e outras. Nesse caso, para facilitar a sua confecção, é usada a técnica conhecida como eletroerosão.

Esse processo começou a ser trabalhado em 1750 por um cientista britânico, e hoje é muito utilizado em empresas do mundo inteiro. A ideia consiste em utilizar descargas elétricas ao invés de atrito físico para causar o processo de usinagem.

  • Eletroerosão por penetração:

Essa usinagem é considerada de alta precisão. Nesse caso não há contato entre a peça que está sendo usinada e a máquina de corte, pois o que gera a reação são partículas de eletrodos a base de cobre, grafite, latão ou outras ligas metálicas.

É possível criar peças de altíssima qualidade e complexidade através dessa forma. Um das grandes vantagens é que esse tipo de produção não gera cavacos, o que garante uma superfície muito lisa. Outras vantagens são:

  • Não perde material, pois a remoção é muito baixa;
  • Possibilidade de usinar materiais menos comuns, como carbonetos metálicos e cerâmicas;
  • Apenas um processo para produzir a peça inteira;
  • Preservação total da estrutura da peça;
  • Rápido resfriamento;
  • Possibilidade de produção de furos irregulares;
  • Processo automatizado.

E como funciona a eletroerosão a fio?

A eletroerosão a fio acontece através de descargas elétricas de muita precisão que são controladas pelos geradores responsáveis por fazer a máquina funcionar.

O programa de corte pré-determina quais são os pontos que devem receber a eletroerosão, o que faz com que o procedimento seja completamente guiado.  Essa prática é ideal para moldar passantes, verticais  e complexos através da usinagem.

A eletroerosão – tanto por penetração quanto a fio – possibilita que materiais de altíssima dureza sejam moldados, como é o caso das superligas, que em outras máquinas não poderiam ser manuseadas.

Como as peças ficam submersas em um liquido especial, o calor causado pela usinagem é rapidamente dissipado. Não acontecem geração de cavacos e também não há o desgaste desnecessário do material.

A eletroerosão a fio acontece através de um eletrodo minúsculo, no formato de um fio, que é controlado por um computador que pré-definiu o caminho a ser seguido. Isso garante uma altíssima no trabalho, que pode ser feito de forma minimalista.

Por que usar a eletroerosão para a criação de peças?

A eletroerosão é uma prática cada vez mais adotada. Esse tipo de procedimento pode realizar usinagem em direção vertical, orbital, vectorial, direcional, helicoidal, cônica e rotação.

Essa grande versatilidade é um atrativo a mais para quem busca esse tipo de serviço. Mas para ter certeza que o resultado final será da mais alta qualidade, você deve buscar uma empresa preparada para tal realização.

É o caso da Braniva Indústria Mecânica, que há mais de 30 anos atua no setor e já é reconhecida como uma referência.

A eletroerosão é uma possibilidade excelente que oferece resultados muito bons. Agora que você entendeu como funciona, acompanhe nosso conteúdo sobre “O que é uma tornearia?”.

 

 

 

 

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